sábado, 17 de fevereiro de 2018

O QUE REALMENTE IMPORTA NO MINISTÉRIO DE MÚSICA?



Por que debater sobre se pode ou não ouvir música secular ganha mais atenção do que a quantidade de músicos em depressão?

Por que tantos querem divulgar um novo “hit” nas mídias socais, mas não estão disponíveis para tocar em asilos, orfanatos, presídios e escolas?

O senso crítico tem seu lugar, mas porque o estilo de música, a teologia das letras, o formato do culto incomoda mais do que se há no ministério pessoas “doentes” em todos os sentidos?

Por que a forma como os músicos se vestem incomoda mais do que a discriminação que há na igreja?

Por que pedimos para as pessoas se cumprimentarem no louvor, mas não damos bom dia quando chegamos na igreja?

Por que há mais preocupação com o casamento gay do que com a quantidade de homoafetivos que se suicidam todos os dias?

Por que cantamos sobre o amor, mas não tentamos amar?

Por que a disciplina no ministério é punitiva e não educativa?

Por que transferimos apenas para um toda a responsabilidade pelo cuidado dos demais?

Com que nos parecemos mais, com o sacerdote, o levita ou o samaritano de Lucas 10: 30 – 36?

Por que nos incomodamos com estas perguntas?